sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Redimensionando sua fotos, em lote, no linux

Na dica de hoje explico como redimensionar suas fotos, lote, no linux, usando o imagemagick e o terminal. Isso facilita muito a vida de quem não tem tempo a perder, modificando cada imagem individualmente.

Usaremos o terminal para que a dica seja compatível com qualquer distro linux, independentemente de uma interface gráfica estar ou não disponível para você, já que o imagemagick é um aplicativo universal.

Para isso, obviamente, instale o imagemagick segundo o procedimento padrão para seu linux, o que não será visto aqui. Para saber se ele foi instalado por padrão, digite o comando abaixo no terminal:

$ whereis convert 
convert: /usr/bin/convert /usr/share/man/man1/convert.1.gz

A saída acima mostra que já está presente no seu isfenicídio. Agora é só partir para a conversão propriamente dita. No mesmo terminal, vá para a pasta com as imagens. Como exemplo, em /home/my_login/my_photos:

$ cd $HOME/my-photos 

Liste o conteúdo da mesma com o comando "ls":

$ ls 
DSCF1251.JPG
DSCF1255.PNG
DSCF1259.GIF
DSCF1263.SVG

Veja as possibilidades de redimensionamento (as principais):

a) para um tamanho determinado, mantendo a proporção
$ for file in *.JPG; do convert -resize 640x480 $file new-$file; done 

b) para um tamanho determinado, sem manter a proporção (pode haver distorção)
$ for file in *.PNG; do convert -resize 640x450! $file new-$file; done 

c) para um tamanho determinado, reduzindo qualidade da imagem
$ for file in *.GIF; do convert $file -quality 70 -resize 640x480 novo-$file; done 

d) para um tamanho aproximado, mantendo a proporção
$ for file in *.SVG; do convert -resize 640 $file new-$file; done 
ou
$ for file in *.SVG; do convert -resize x450 $file new-$file; done 

e) para um tamanho aproximado, com proporção aproximada
$ for file in *.JPG; do convert -resize 600x400 $file new-$file; done 

f) c) para um tamanho determinado, reduzindo qualidade da imagem
$ for file in *.JPG; do convert $file -quality 70 -resize 640 novo-$file; done 
ou
$ for file in *.PNG; do convert $file -quality 70 -resize x450 novo-$file; done 
ou
$ for file in *.GIF; do convert $file -quality 70 -resize 640x480! novo-$file; done 
ou
$ for file in *.SVG; do convert $file -quality 70 -resize 640x450 novo-$file; done 

As imagens convertidas terão o prefixo "new":

$ cd $HOME/my-photos 
$ ls 
DSCF1251.JPG   new-DSCF1251.JPG
DSCF1255.PNG  new-DSCF1255.PNG
DSCF1259.GIF   new-DSCF1259.GIF
DSCF1263.SVG  new-DSCF1263.SVG

Até a próxima dica!
;-))

domingo, 30 de julho de 2017

Removendo sessões de destop no lightdm

Na dica de hoje, explicarei como se remove sessões de desktop, no gerenciador de login lightdm. Tais sessões são as entradas para vários gerenciadores de janelas, comuns no linux.

Veja:


Mesmo quando só há um gerenciador de janelas instalado, pode haver mais de uma configuração, como no caso do xubuntu: lxde (tradicional) ou xubuntu (customizado). Observe atentamente na imagem acima.

Para evitar que curiosos alterem as configurações padonizadas, remova a(s) que não quer que seja(m) usada(s). Para isso você deve ir até o diretório /usr/share/xsessions e removê-las. Assim:

UBUNTU
$ cd /usr/share/xsessions 
$ ls 
one_session.desktop another_session.desktop

$ sudo mkdir old 
$ ls 
old one_session.desktop another_session.desktop

$ sudo mv one_session.desktop old 
$
ls 

old one_session.desktop


DEBIAN E OUTRAS DISTROS
$ cd /usr/share/xsessions 
$ ls 
one_session.desktop another_session.desktop

$ su - [ENTER] 
$ mkdir old 
$ ls 
old one_session.desktop other_session.desktop

$ sudo mv one_session.desktop old 
$
ls 
old other_session.desktop

Feito isso, basta reiniciar a interface gráfica que a entradas removidas não aparecerão mais:


Até a próxima dica!
;-))

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Instalando o adaptador usb Ralink MT7601U no linux (método longo)

Na dica de hoje explico como instalar o adaptador usb Ralink MT7601U, especificamente no Debian, Ubuntu e derivadas, sendo que você poderá adaptar os passos na sua distro, inclusive utilizando as ferramentas gráficas que existirem.

O adaptador usb em questão é este aqui:


Que varia de embalagem e formato. Mas nada disso importa, pois o chip será sempre o ralink MT7601U. Para confirmá-lo, espete o adaptador numa porta usb, espere 30 segundos, abra um terminal e rode o comando abaixo como usuário comum:

$ lsusb | grep Wireless 
Bus 002 Device 004: ID 148f:7601 Ralink Technology, Corp. MT7601U Wireless Adapter

Para Ubuntu e derivadas, o driver encontra-se no pacote linux-firmware. Para o Debian, adicionem os repositórios "contrib" e "non-free" na sources.list, e instale os pacotes firmware-linux-nonfree e firmware-misc-nonfree.

Os de outras distros deverão descobrir em qual pacote o driver faz parte, e se está instalado. Caso não esteja, façam segundo os procedimentos padrão para elas, o que também não será visto aqui.

Agora devemos carregar o driver, como root:

DEBIAN E DERIVADAS
$ su - [ENTER] 
# modprobe mt7601u 
# lsmod | grep mt7601u 
mt7601u          102400          0
mac80211        745472          2          mt7601u
cfg80211          573440          5          mac80211,mt7601u

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo modprobe mt7601u 
$ sudo lsmod | grep mt7601u 
mt7601u          102400          0
mac80211        745472          2          mt7601u
cfg80211          573440          5          mac80211,mt7601u

A saída do comando "lsmod" é mais um exemplo. O importante é perceber que o driver do adaptador está carregado. Agora ativemos o mesmo. Para isso, no mesmo terminal, como root, faça:

DEBIAN E DERIVADAS
# ifconfig 

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo ifconfig 

No meu caso, tenho loenp2s0f0wlp3s0:


Para descobrir a nova interface de rede, rode:

DEBIAN E DERIVADAS
# iwconfig 

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo iwconfig 

Além das anteriores, apareceu a wlx00e1b0746901, que corresponde ao adaptador ralink. Par ativá-lo, rode:

DEBIAN E DERIVADAS
# ifconfig wlx00e1b0746901 up 

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo wlx00e1b0746901 up 

O mesmo comando "ifconfig" mostrará a nova interface ativa:


Esclareço que o nome da interface "wlx00e1b0746901", foi para meu computador. Se tiver outro nome para você, não se assuste. Os passos são os mesmos. Mude apenas o nome, pelo que aparecer no seu terminal.

Agora falta conectá-la na rede wifi, e isto foge ao objetivo desta dica. Para fazê-lo, utilize o aplicativo gerenciador de rede de sua interface gráfica.

Até a próxima dica!
;-))

sábado, 15 de julho de 2017

Corrigindo o erro "ImportError: No module named 'ConfigParser" no Debian

Esse bug eu vi somente uma vez, mais precisamente na distro solydXK, baseada no Debian. Quando você desinstala o pacote apt-xapian-index, para melhorar o desempenho, aparece o seguinte erro:

Traceback (most recent call last):
   File "/usr/bin/pycompile", line 35, in <module>
     from debpython.version import SUPPORTED, debsorted, vrepr, \
   File "/usr/share/python/debpython/version.py", line 24, in <module>
     from ConfigParser import SafeConfigParser
ImportError: No module named 'ConfigParser'

dpkg: erro ao processar o pacote apt-xapian-index (--configure):
 sub-processo script post-installation instalado retornou estado de saída de erro 1

Erros foram encontrados durante o processamento de:
 apt-xapian-index

E: Sub-process /usr/bin/dpkg returned an error code (1)

Isso gera um loop infinito com o apt, impedindo-o de fazer qualquer operação de gerenciamento de pacotes no Debian. Caso ocorra com outros pacotes também, é fácil consertar. Para isso, abra um terminal e rode os comandos abaixo, na ordem:

$ cd /usr/bin 
$ su - [ENTER] 
# rm -rf python 
# ln -s python2.7 python 
# exit 

Pronto. Resolvido o problema.

Até a próxima dica!
;-))

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pulseaudio 8 não inicia no KDE 5

Se o pulseaudio 8 não inicia na distro com KDE, ou outra interface gráfica, é muito fácil resolver esse bug. Primeiramente, veja a imagem abaixo com o problema, onde diz que "não foram encontrados dispositivos de entrada ou saída":


Para corrigi-lo, basta alterar o arquivo /etc/pulse/default.pa como super usuário, utilizando seu Editor de Texto Preferido:

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo ETP /etc/pulse/default.pa 

OUTRAS
$ su - [ENTER] 
# ETP /etc/pulse/default.pa 

E faça a substituição abaixo:

ANTES
### Load several protocols
.ifexists module-esound-protocol-unix.so
load-module module-esound-protocol-unix
.endif
load-module module-native-protocol-unix

DEPOIS
### Load several protocols
.ifexists module-esound-protocol-unix.so
load-module module-esound-protocol-unix
.endif
load-module module-native-protocol-unix srbchannel=no

Salve o arquivo e reinicie a interface gráfica. Veja o resultado:


Até a próxima dica!
;-))

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Extraindo arquivos de pacotes *.deb no Ubuntu, Debian e derivadas

De vez em quando eu preciso "desmontar" um arquivo *.deb, para analizar seu conteúdo ou apenas utilizar um arquivo especifico. E isso é mais fácil do que instalá-lo, já que muitas vezes há "n" dependências que inviabilizam o processo.

Mostrarei aqui as 02 formas que já utilizei, terminal e interface gráfica. Você escolherá a que mais foi confortável para as suas necessidades. Vamos lá.

I) COMPACTADOR GRÁFICO

Neste grupo encontram-se o xarchiver, fille-roller, ark e qualquer outro menos famoso. Basta dar um clique sobre o pacote *.deb. Pode ser usado por qualquer distribuição, já que as dependências foram instaladas segundo o procedimento padrão para elas.

Navegue até a pasta com o pacote *.deb:


Clique sobre ele:


Você verá o conteúdo do mesmo:


Selecione o arquivo "data.tar.xz":


Navegue até encontrar o arquivo desejado:




Extraia o arquivo como botão direito do mouse:


Escolha onde o conteúdo será extraído:


II) TERMINAL

Usaremos dois comandos para obtermos o mesmo resultado que na interface gráfica. O primeiro será o "ar", encontrado no pacote binutils. Navegue até a pasta onde está o pacote *.deb. Neste exemplo, /home/your_login/xxx:


Abra um terminal e use o comando "ls" para listar o pacote:


Extraia o conteúdo com o comando:

$ ar  x  font*deb



Descomprima o pacote "data.tar.xz", que contém os arquivos do pacote:

$ tar -xf data.tar.xz


Apareceram os dois diretórios padrão, etc e usr. Basta procurar os arquivos desejados, usando seu navegador de arquivos:


Outro comando é o "dpkg-deb", integrante do pacote dpkg. Navegue até na pasta do pacote (/home/your_login/xxx), abra um terminal e liste seu conteúdo. Você já viu como se faz no comando anterior.

Extraia o conteúdo do pacote *.deb com o comando:

$ dpkg-deb -vx font*.deb $HOME/xxx

Observe que temos de indicar onde os arquivos serão descompatados. Neste exemplo, utilizamos o mesmo diretório onde está o *.deb.


Apareceram as mesmas pastas já nossas conhecidas, etc e usr:



Outro comando que também pode ser utilizado é o dpkg, de forma similar ao anterior. Tomando-se o último exemplo, o comando ficaria:

$ dpkg -x font*.deb $HOME/xxx

Até a próxima dica!
;-))

sábado, 24 de junho de 2017

Ativando multiprocessamento no firefox 54 e posteriores

O firefox 54 trás ou não o multiprocessamento habilitado por padrão. E na dica de hoje, explico como saber se aquele está ativado e, caso contrário, como fazê-lo. Para isso, utilizo o navegador do debian 9 stable.

Abra o navegador e digite na barra de endereços, "about:support". Observe a linha "janelas multiprocesso" e se o recurso está habilitado. Caso positivo, nada há que fazer. Basta utilizá-lo:


Caso contrário, habilite da seguinte forma: na barra de endereços, digite "about:config", concorde com o termo de uso e digite a chave "browser.tabs.remote.force-enable":



Dê um duplo clique na chave "browser.tabs.remote.force-enable", mudando de "false" para "true":



Se você deseja informações detalhadas sobre o assunto, leia-as aqui. Estão em inglês, mas nada que o google translator não resolva. Para os usuários do Ubuntu e derivadas, instruções aqui, também em inglês.

Sinceramente, não observei nenhuma mudança. O recurso de multiprocessamento depende de seu hardware. Então, não prometo que sua ativação fará milagres.

Até a próxima dica!
;-))

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Baixe o "Manual do Administrador Debian" na sua língua

Se você usa Debian ou distro derivada, não deixe de ler o "Manual do Administrador Debian" na sua língua. E para isso, não é preciso ser nenhum expert em linux. Basta ter um pouco de curiosidade para aprender como seu pinguim preferido funciona.

Para isso, basta ir no neste link e escolher o que serve a você, gratuitamente. Mas se puder colaborar financeiramente com qualquer quantia, o projeto Debian agradece.


Até a próxima dica!
;-))

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Saiu pacote atualizado do WPS Office para linux

Depois da chiadeira geral, quando a desenvolvedora do WPS Office disse que descontinuaria o desenvolvimento da suíte para linux, saíram pacotes deb, rpm e tar.gz atualizados, mas com o mesmo problema da libpng12-0.

Esta lib não está mais disponível nas versões recentes do Ubuntu, Debian e, consequentemente, derivadas. Não sei se o mesmo ocorre com os pacotes rpm e tar.gz.

De qualquer forma, siga minha dica para resolver esse problema. E a página para baixar os pacotes atualizados, você acessa aqui:


Até a próxima dica!
;-)

Ouvindo a rádio CCR Nova Dutra no linux

Na dica de hoje mostro como ouvir a rádio CCR Nova Dutra no linux. Podem haver outras formas, mas esta achei mais prática. Para isso, instale o "mpv" vídeo player segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não será visto aqui.

Agora abra um terminal e digite o comando abaixo:

$ mpv mms://www.novadutra.com.br/generic/home/radioccr 

ou

$ mpv mms://www.novadutra.com.br/generic/home/radioccr & 

No primeiro caso, deixe a janela do terminal aberta para ouvir a rádio. No segundo, pode fechá-la após começara tocá-la. Para desligá-la, rode o comando abaixo no terminal:

$ killall mpv 

Até a próxima dica!
;-)

domingo, 18 de junho de 2017

Personalizando o banner de logout do LXDE

O LXDE tem o banner de logout que pode ser personalizado:

LXDE

LOGOUT MENU

Algumas distros fazem isso, como o Ubuntu:

UBUNTU

Para alterá-lo, crie uma imagem no formato *.png no tamanho de 325x125 px, o original do LXDE. Veja abaixo a do Debian 9:


Agora façamos a alteração. Abra um terminal e digite, na ordem:

$ su - [ENTER]
#
updatedb
#
locate logout-banner.png
/usr/share/lxde/images/logout-banner.png

# cd /usr/share/lxde/images/
# mv logout-banner.png logout-banner.png_old
# cd /home/seu_login
# mv logout-banner.png /usr/share/lxde/images/
# exit

Pronto, somente é isso é necessário. Basta sair do lxde para ver o resultado:



Até a próxima dica!
;-))

domingo, 11 de junho de 2017

Corrigindo ícone do radiotray minúsculo no KDE

Apesar de não ser mais desenvolvido, o radiotray é um aplicativo que não encontrou até hoje um substituto a altura, na minha opinião.

Desenvolvido para interfaces em GTK, funciona também nas baseadas em Qt. Não explicarei como instalá-lo ou configurá-lo. Procure tutoriais disponíveis na internet para fazê-lo.

No KDE com plasma 5, pode ocorrer do aplicativo iniciar com um ícone minúsculo, parecendo que o mesmo não está visível. Veja:


Para corrigir o problema, basta editar o arquivo config.xml, como mostro abaixo. Para isso, faça na ordem, como superusuário (root):

# ETP /usr/share/radiotray/config.xml 

onde ETP é o seu "editor de texto preferido". Basta fazer a troca abaixo:

ANTES
<config>
 <option name="volume_increment" value="0.05"/>
 <option name="volume_level" value="1.0"/>
 <option name="url_timeout" value="100"/>
 <option name="enable_application_indicator_support" value="true"/>
 <!-- valid options are 'appindicator', 'systray' and 'chooser' -->
 <option name="gui_engine" value="systray"/>
 <option name="active_plugins"><item>Notifications</item></option>
 <option name="buffer_size" value="164000"/>
</config>


DEPOIS
<config> 
 <option name="volume_increment" value="0.05"/> 
 <option name="volume_level" value="1.0"/> 
 <option name="url_timeout" value="100"/> 
 <option name="enable_application_indicator_support" value="true"/> 
 <!-- valid options are 'appindicator', 'systray' and 'chooser' --> 
 <option name="gui_engine" value="appindicator"/> 
 <option name="active_plugins"><item>Notifications</item></option> 
 <option name="buffer_size" value="164000"/> 
</config>

Salva a mudança e faça agora no terminal, como usuário comum:

$ rm -rf $HOME/.local/share/radiotray 

Basta agora reiniciar a interface gráfica, fazendo com a mudança acima valha para o desktop do usuário. Veja o resultado:


Até a próxima dica!
;-)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Gtk-WARNING **: Não foi possível localizar a ferramenta de temas no module_path: "adwaita"

Se você viu a mensagem "Gtk-WARNING **: Não foi possível localizar a ferramenta de temas no module_path: "adwaita", at /usr/share/perl5/Debconf/FrontEnd/Gnome.pm line 96" no terminal, corrija-a instalando o pacote gnome-themes-standard.

Para  isso, use o procedimento padrão disponível para sua distro, o que não será visto aqui. Mas se você usa o Debian e Ubuntu faça da forma abaixo, no temrinal.

DEBIAN E DERIVADAS
$ su + senha de root + [enter] 
$ apt-get install gnome-themes-standard -module

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo apt-get install gnome-themes-standard 

Até a próxima dica!
;-))

domingo, 4 de junho de 2017

Instalando WPS Office no Ubuntu e derivadas (com correção de dependência)

O WPS tem obtido sucesso no desktop linux, principalmente por sua leveza, se comparado com o libreoffice. Tudo ia bem até bem pouco tempo, mas a empresa parou de desenvolver o projeto para linux devido aos "poucos usuários".

Só que a chiadeira foi geral e, surpreendida pelo clamor popular, a chinesa Kingsoft Corporation jurou de pés juntos - bem jurado e bem juntado - que manterá seu desenvolvimento ativo... O provável é que o mesmo seja comunitário.

Mas como resolver a atual dependência desta suíte, a libpng12, se o ubuntu tem novas versões a cada 6 meses? É o que mostrarei aqui. Em primeiro lugar, leia o excelente artigo do Edivaldo Brito, explicando como instalar o WPS.

Se você usa a versão estável 14.04 LTS, a libpng12 é nativa dos repositórios e a instalação proposta pelo Edivaldo não terá problemas, mas não testei no Trusty. Se você faz uso da 16.04 LTS, também não terá problemas com a mesma lib. Tudo certo até aqui.

O problema começa com as versões posteriores, sendo que atualmente a 16.10 e 17.04 não possuem mais a libpng12 em seus repositórios, já que a suíte linux do WPS tem um ano e já está "velha" para os nossos padrões.

O que fazer então? Muito simples: Abra um temrinal e crescente a linha abaixo no arquivo sources.list, que fica no diretório /etc/apt:

$ sudo nano /etc/apt/sources.list 

deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ xenial main

Salve o acréscimo com ctrl+O e saia com ctrl+X. Depois rode no mesmo terminal:

$ sudo apt-get update 
$
sudo apt-get install -f 

A última linha refere-se ao comando necessário na instalação do WPS, segundo o tutorial do Edivaldo. Volte lá e leia-o com atenção, se não o fez da primeira vez.

Como os pacotes da versão 16.04 são "mais antigos", não serão instalados no lugar dos do yakkety e zeisty. Nada mais resta a fazer, a não ser usar sua nova suíte de escritório.

Não se esqueça de que, até uma nova versão ser lançada - quando o for - eliminando esta dependência, ou a Xenial estiver valendo, podem aparecer outras dependências não satisfeitas, devido as atualizações de softwares semestrais do Ubuntu.

Neste caso, tem-se de resolvê-las caso-a-caso e não há como prever o que acontecerá. Mas enquanto isso não ocorre, bom  trabalho.

Até a próxima dica!
;-))


sábado, 3 de junho de 2017

Renomeando a Área de Trabalho e as pastas padronizadas no linux

Se você deseja trocar o nome da área de trabalho e de suas pastas, nesta dica mostrarei como se faz. É um pouco trabalhoso, mas foi o método que funcionou comigo.

Como a distro é padronizada para a língua inglesa, ocorre este problema chato. Não basta alterar o arquivo "~/.config/user-dirs.dirs", como acontece em outras distros, como Ubuntu e Debian.

Em primeiro lugar, instale os arquivos abaixo pelo terminal:

$ sudo apt-get install xdg-users-dirs xdg-users-dirs-gtk 

No mesmo terminal, edite o arquivo user-dirs.defaults como mostro abaixo:

$ sudo nano /etc/xdg/user-dirs.defaults 

E acrescente ou modifique as linhas abaixo:

DESKTOP="Área de Trabalho"
PICTURES="Minhas imagens"
VIDEOS="Meus vídeos"
MUSIC="Minhas músicas"
PUBLICSHARE=Dropbox
TEMPLATES="Meus documentos/Modelos"
DOWNLOAD="Meus downloads"
DOCUMENTS="Meus documentos"

Os nomes podem ser simples ou compostos, de sua escolha, ou uma dentro de outra, como em "TEMPLATES". Após esse passo, retorne ao terminal e rode os comandos abaixo:

$ xdg-user-dirs-gtk-update
$ xdg-user-dirs-update 

Agora é só reiniciar a interface gráfica e partir para o abraço. Obviamente você terá de renomeá-las manualmente, se osistema não o fizer automaticamente.

Até a próxima dica!
;-)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Apagando todos os dados de um pendrive, via terminal linux

Essa dica é especial para os "testadores" das distribuições linux em um pendrive, onde usam o comando "dd", com freqüência, para gravar uma iso no dispositivo.

Às vezes dá o seguinte erro, quando usa-se um particionador gráfico como o gparted:


No Debian, o gparted não consegue deletar partições deste tipo, como no Ubuntu e outras distros, fazendo-nos recorrer ao bom e velho terminal. É isso que explicarei agora.



A primeira coisa a fazer é identificar os dispositivos existentes, usando o comando "blkid" como root:

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo blkid

OUTRAS DISTROS
$ su -
# blkid


No nosso exemplo, o pendrive é o /dev/sdb, já que /dev/sdaX refere-se às partições do linux em uso. Para corrigir o problema, digite agora:

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo dd if=/dev/zero of=/dev/sdb bs=1k count=2048

OUTRAS DISTROS
$ su -
# dd if=/dev/zero of=/dev/sdb bs=1k count=2048


Veja no gparted que o problema acabou, pois a partição antiga foi deletada:


Agora é só formatar o pendrive com seu sistema de arquivos preferido.

Até a próxima dica!
:-))

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Linux: alterando o tema do mouse no google-chrome e chromium

Dependendo da distribuição linux, quando você altera o tema do mouse para usar no desktop, os navegadres google-chrome e chromium não respeitam sua escolha, usando o padrão DMZ-Black.

Para corrigir esse problema, usaremos o aplicativo dconf-editor. Instale-o segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não será visto aqui.

Para Debian e derivadas:

$ su - [ENTER]
#
apt-get install dconf-editor
#
exit


Para Ubuntu e derivadas:

$ sudo apt-get install dconf-editor

Agora abriremos o aplicativo como usuário comum, no terminal:

$ dconf-editor

Ei-lo:


No menu a esquerda, navegue por "org -> gnome -> desktop -> interface":






Em "cursor-theme" você coloca o nome do tema que baixou da internet, clicando sobre o nome antigo. Depois é só reiniciar a interface gráfica.

Até a próxima dica!
;-))