sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Bloqueando sites maliciosos no linux

Na dica de hoje mostro como bloquear site maliciosos no linux, de forma simples e rápida, melhorando a segurança de seu isfenicídio. Para isso, u saremos o arquivos /etc/hosts, adicionando os endereços suspeitos.

Ei-lo:


Em primeiro lugar baixaremos uma lista com os sites maliciosos, que você encontra aqui:


Depois do download (150 kb), vá na pasta onde ele está e descompacte-o com o botão direito do mouse:


Renomeie o arquivo HOSTS para hosts (minúsculo):



Abra o arquivo hosts com seu Editor de Texto Preferido e deixe somente a linha "127.0.0.1 localhost" sozinha, como no exemplo. Abaixo dela fica o IP para ipv6 ou outro que você configurar a seu gosto, para outros serviços:



Abra um terminal onde está o arquivo hosts e rode os comandos abaixo, na ordem:


$ sudo mv /etc/hosts /etc/hosts_original 
$ sudo chown root.root hosts 
$ sudo mv hosts /etc 

Pronto! É só isso. Não acontecerá absolutamente nada: nenhum alarme, luzinha piscando... Se acontecer de abrir uma das páginas no navegador, aparecerá um alerta como esse:


Até a próxima dica!
;-)

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Configurar teclado do Brasil no Deepin linux

Na dica de hoje explico como configurar o teclado do Deepin para o português do Brasil, sendo usada a última versão desta distro. Para tal, tenha-o instalado, o que não será visto aqui.

Esse é um problema chato. A distro não configura o teclado automaticamente, mantendo o padrão americano. Mas é fácil arrumar. Clique no botão que mostro abaixo, a "central de controle":


Aparecerá o menu lateral:


Clique no botão do teclado:


Clique no "Idioma do teclado":


Clique em "Adicionar layout do teclado":


Escolha o layout do Brasil:


Novamente em "idioma do teclado", selecione  o do Brasil:


Você pode deletar o teclado americano ou deixá-lo. O do Brasil é que valerá:


Pronto! Feche o menu lateral e aproveite o teclado corretamente configurado.

Até a próxima dica!
;-))

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Corringo o bug "ERROR: Database load killed by signal 6" no linux

Esse bug associa-se com a instalação do clamav, antivírus opensource para linux. Não mostrarei aqui como se instala este aplicativo, o que ficará por sua conta, segundo o procedimento padrão para sua distro.

O erro acima ocorre quando o clamav faz download das bibliotecas de assinaturas de vírus main.cvd, daily.cvd e bytecode.cvd, aparecendo o seguinte erro:

$ sudo systemctl status clamav-freshclam 

freshclam[700]: main.cvd is up to date (...etc..., builder: sigmgr)
freshclam[700]: daily.cvd is up to date (...etc..., builder: neo)
freshclam[700]: Downloading bytecode.cvd [100%]
freshclam[700]: ERROR: During database load : freshclam: /build/llvm-toolchain-etc...

Veja que o erro ocorre no download do bytecode.cvd, mas a solução é muito fácil. Basta ir no site do clamav, baixar as bibliotecas e movê-las para o arquivo /var/lib/clamav:



Vá no diretório onde as baixou e rode os comandos abaixo:

$ sudo chown root.root main.cvd daily.cvd bytecode.cvd 
$ sudo chmod 644 main.cvd daily.cvd bytecode.cvd 
$
sudo mv main.cvd daily.cvd bytecode.cvd /var/lib/clamav 

Vejamos se o erro sumiu:

$ sudo systemctl restart clamav-freshclam 
$ sudo systemctl status clamav-freshclam 

freshclam[4629]: main.cvd is up to date (...etc... builder: sigmgr)
freshclam[4629]: daily.cvd is up to date (...etc... builder: neo)
freshclam[4629]: bytecode.cvd is up to date (...etc... builder: neo)

Regularmente rode o "systemctl status clamav-freshclam" para ver se o erro se repetirá. Caso positivo, baixe as bibliotecas manualmente até que o bug seja corrigido.

Até a próxima dica!
;-))

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Aumentando o tamanho dos ícones no nautilus, nemo e derivados

Na dica de hoje explico como aumentar o tamanho dos ícones nos gerenciadores de arquivos nautilus, nemo e derivados, atendendo a necessidades específicas dos usuários.

Eis o tamanho normal no cinnamon (exemplo):


Você pode usar o botão no canto inferior direito para obter o mesmo efeito, sendo que as alterações não são universais, ou seja, terá de fazê-lo em cada pasta separadamente:


Para resolver o problema simultaneamente, em todos os arquivos, iremos utilizar o dconf-editor, que deve ser instalado segundo o procedimento padrão para sua distro, o que não será visto aqui. Chame o aplicativo no terminal, como usuário normal:

$ dconf-editor 

Ei-lo:


Navegue com o mouse pelo endereço org -> nautilus -> icon-view -> default-zoom-level ou então no org -> nemo -> icon-view -> default-zoom-level, ou ainda no mesmo endereço com o nome do gerenciador de arquivos derivado do nautilus ou nemo:


Desative o botão "Usar o valor padrão" e escolha um dos tamanhos disponíveis em "Valor personalizado". Salve as alterações e reinicie s interface gráfica. Todos os ícones passam a ter um novo tamanho padrão:


Até a próxima dica!
;-))

domingo, 1 de outubro de 2017

Clamav não atualiza no Ubuntu 16.04 e superiores

Devido a instalação do apparmor no Ubuntu 16.04 e superiores, podendo incluir as distros derivadas, um refinado controle de acesso mandatório (Mandatory Access Control) para linux, alguns serviços ficam bloqueados no modo "enforce".

E justamente um deles é o freshclam, responsável pela atualização da biblioteca de vírus em segundo plano. Como resultado, o clamav fica impedido de fazer os downloads necessários, para proteger sua máquina.

E o erro é esse:

Update failed. Your network may be down or none of the mirrors listed in
/etc/freshclam.conf  is working.
Check http://www.clamav.net/doc/mirrors-faq.html for possible reasons.

Para conferi-lo, basta rodar no terminal:

$ sudo systemctl status clamav-freshclam 

Mas esse problema é facilmente resolvível. Basta rodar os comandos abaixo, na ordem:

$ sudo apt-get install apparmor-utils apparmor-profiles apparmor-profiles-extra \ 
   apparmor-utils apparmor-easyprof apparmor-easyprof-ubuntu 

$ sudo aa-status 
$ sudo aa-complain /usr/bin/freshclam 
$ sudo systemctl restat clamav-freshclam 

Até a próxima dica!
;-))

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Ativando o menu do lxde com a tecla do windows

Na dica de hoje mostro como ativar o menu do lxde com a tecla windows, que geralmente não tem função numa distro windows. Olhe a tecla windows aí em baixo:


No Lubuntu usa-se a combinação Alt+F1 para ativar o menu. Vamos fazer uma mudança para usar a winkey, com o código Super_L. Vamos lá: abra o terminal e rode o comando, onde "ETP" é o seu Editor de Texto Preferido:

$ ETP ~/.config/openbox/lubuntu-rc.xml 

Procure as linhas abaixo, na oposição em torno da linha 360, atentando-se para a em vermelho:

ANTES:
</keybind>
    <!-- Keybindings for running Menu from Lxpanel -->
    <keybind key="A-F1">
      <action name="Execute">
        <command>lxpanelctl menu</command>
      </action>
</keybind>

DEPOIS:
</keybind>
    <!-- Keybindings for running Menu from Lxpanel -->
    <keybind key="Super_L">
      <action name="Execute">
        <command>lxpanelctl menu</command>
      </action>
</keybind>

Agora rode no terminal, em uma só linha:

$ gconftool-2 --set /apps/metacity/global_keybindings/panel_main_menu \ 
   --type string "Super_L" 

Feito isso, basta reiniciar a interface gráfica que a winkey iniciará o menu iniciar do lxde. Para fechá-lo, use o ESC.

Até a próxima dica!
;-)

domingo, 10 de setembro de 2017

Instalando o linux no notebook positivo XCi-3650

Na dica de hoje explico como instalar ou trocar de distro linux no Notebook Positivo XCi-3650. Para quem não o conhece, ei-lo:


Ele não é nenhuma maravilha, mas da conta do recado para usuários "normais", que navegam na internet, vêem filmes e otras cositas más nada exigentes. Suas especificações são:

* processador celeron dual core Braswell N 3010 com 2MB cache
* placa de vídeo integrada intel HD Graphics 400
* som, auto-falantes e microfone integrados como em qualquer notebook
* tela de 14"
* bluetooth
* rede cabeada e wifi
* entradas HDMI e USB
* não possui drive de dvd
* na versão linux: vem com o openmandriva 2014
* suporta virtualização por hardware

A Positivo fez um bom trabalho, podendo gerar um pendrive de recuperação, onde se reinstala o linux se o usuário fizer alguma craca, que ajuda muito. Como não tenho experiência com este pinguim, não farei nenhum comentário sobre ele.

Na dica de hoje mostrarei como gerar um pendrive botável, que seja reconhecido pelo XCi-3650 e possa instalar outro linux, se desejar. Não sei se você perderá a garantia de fábrica. Portanto, faça-o por sua conta e risco!

Esclareço que usaremos uma imagem iso, que será de 64 bits e com suporte a UEFI. Sem isso, você não conseguirá instalar o pinguim no positivo XCi-3650.

Este NoBo não permite que se mude o modo EFI para legacy. Então geraremos um pendrive compatível com o primeiro, usando linux. Se desejar fazê-lo no windows, tem o aplicativo rufus, e tutoriais abundam na internet. Basta procurar.

Então vamos lá. Abra um terminal e rode o comando como root:

# blkid 

Veja um exemplo:


Veja que o HD sda tem várias partições formatadas em ext4. Isso não tem nada demais. Agora espete um pendrive na ports USB, espere 30 segundos e rode o comando supra novamente:

# blkid 

Veja como aparece o pendrive:


O pendrive foi detectado como sdb1, partição formatada em fat32. Usaremos esta informação para criar o pendrive em EFI. E o primeiro passo será limpar o mesmo, para evitar erros mais a frente. Então rode o comando, como root:

# dd if=/dev/zero of=/dev/sdb bs=2048 count=32 

Observe que usamos /dev/sdb, em vez de /dev/sdb1, pois queremos "limpar" todo o pendrive. Terminado este processo, instale o programa gparted segundo o padrão para sua distro, o que não será visto aqui.

Com o pendrive conectado na USB, abra o gparted como root, e selecione o dispositivo /dev/sdb:


Veja que o aplicativo mostra que o pendrive tem partição "não alocada", já que a mesma foi limpa anteriormente:


Agora preparemos o dispositivo para receber o sistema operacional. Vá em "Dispositivo -> criar tabela de partição -> selecionar "msdos":

                          
Vá em "Partição -> novo" e escolha fat32 em "Sistema de Arquivos". E em "Rótulo", acrescente "PENDRIVE":


Confira se fez tudo certo e salve as alterações, clicando no botão específico:


Agora retire o pendrive da porta USB, espere 30 segundos e reconecte-o. Feito isso, abra novamente o gparted como root, selecionando o dispositio /dev/sdb.

Preste muita atenção no próximo passo. Você deve clicar na partição vfat com o "botão direito do mouse -> gerenciar sinalizadores" e escolher "boot" e "lba":


Fecha a janela que os sinalizadores serão adicionados automaticamente:


Saia do gparted e monte o pendrive, para que possa ser gravado. Para montá-lo, basta clicar no ícone que está no desktop e acessá-lo:


Agora gravaremos a imagem iso de seu linux, no pendrive. Para isso instale o pacote p7zp-full segundo o padrão para sua distro, o que não será visto aqui.

Feito isso, abra um terminal onde está a iso e rode o comando abaixo, como usuário normal. Respeite todos os espaços sem alterar nada. Faça igual a que está abaixo:

$ 7z x sua-imagem-iso.iso -o/media/$USER/PENDRIVE/ 

Espere a gravação, que pode demorar dependendo de seu computador:


Terminado o processo, você pode abrir o pendrive e ver sua iso descompactada no mesmo, pronta para uso. Veja:


Se você chegou até aqui, está tudo pronto para iniciar seu linux pelo pendrive e fazer a instalação, o que não será visto aqui também, pois não é o objetivo deste trabalho.

Mantenha o pendrive conectado, reinicie seu sistema operacional e entre na bios do notebook, pressionando a tecla [DELETE]. Vá na aba "Boot -> FIXED ORDER BOOT Priorities -> Boot Option #1" e selecione "USB KEI: UEFI: Gener...]":



Salve as alterações com F4 e parta para a instalação propriamente dita. Terminada, entre novamente na BIOS e coloque o boot #1 para o HD. Agora é só desfrutar do pinguim no XCi-3650.

Até a próxima dica!
;-))

sábado, 26 de agosto de 2017

Corrigindo o erro "Configured directory for incoming files does not exist" no blueman

Esse erro aparece quando você instalada a interface gráfica para o bluetooth, o blueman. Ele define a pasta "Downloads" como padrão, para recepção de arquivos, nas línguas distintas ao inglês, ou quando escolhe-se outro diretório.

A solução é escolher o diretório de doenload da sua distro, ou o de sua preferência. E é o que veremos aqui. Para isso, siga os passos abaixo:

1) espete o bluetooth USB na referida porta, caso não tenha um no seu computador:


2) se há um embutido, clique no applet do bluetooth, na barra superior:


3) selecione a opção "Serviços locais":


4) Selecione a aba "Transferir":



5) Selecione o diretório padrão para download. Aqui, "Meus downloads". Salve a saia:



Pronto. O alerta sumirá. Nunca mais você o verá durante a inicialização da sua interface gráfica preferida.

Até a próxima dica!
;-))

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Redimensionando sua fotos, em lote, no linux

Na dica de hoje explico como redimensionar suas fotos, lote, no linux, usando o imagemagick e o terminal. Isso facilita muito a vida de quem não tem tempo a perder, modificando cada imagem individualmente.

Usaremos o terminal para que a dica seja compatível com qualquer distro linux, independentemente de uma interface gráfica estar ou não disponível para você, já que o imagemagick é um aplicativo universal.

Para isso, obviamente, instale o imagemagick segundo o procedimento padrão para seu linux, o que não será visto aqui. Para saber se ele foi instalado por padrão, digite o comando abaixo no terminal:

$ whereis convert 
convert: /usr/bin/convert /usr/share/man/man1/convert.1.gz

A saída acima mostra que já está presente no seu isfenicídio. Agora é só partir para a conversão propriamente dita. No mesmo terminal, vá para a pasta com as imagens. Como exemplo, em /home/my_login/my_photos:

$ cd $HOME/my-photos 

Liste o conteúdo da mesma com o comando "ls":

$ ls 
DSCF1251.JPG
DSCF1255.PNG
DSCF1259.GIF
DSCF1263.SVG

Veja as possibilidades de redimensionamento (as principais):

a) para um tamanho determinado, mantendo a proporção
$ for file in *.JPG; do convert -resize 640x480 $file new-$file; done 

b) para um tamanho determinado, sem manter a proporção (pode haver distorção)
$ for file in *.PNG; do convert -resize 640x450! $file new-$file; done 

c) para um tamanho determinado, reduzindo qualidade da imagem
$ for file in *.GIF; do convert $file -quality 70 -resize 640x480 novo-$file; done 

d) para um tamanho aproximado, mantendo a proporção
$ for file in *.SVG; do convert -resize 640 $file new-$file; done 
ou
$ for file in *.SVG; do convert -resize x450 $file new-$file; done 

e) para um tamanho aproximado, com proporção aproximada
$ for file in *.JPG; do convert -resize 600x400 $file new-$file; done 

f) c) para um tamanho determinado, reduzindo qualidade da imagem
$ for file in *.JPG; do convert $file -quality 70 -resize 640 novo-$file; done 
ou
$ for file in *.PNG; do convert $file -quality 70 -resize x450 novo-$file; done 
ou
$ for file in *.GIF; do convert $file -quality 70 -resize 640x480! novo-$file; done 
ou
$ for file in *.SVG; do convert $file -quality 70 -resize 640x450 novo-$file; done 

As imagens convertidas terão o prefixo "new":

$ cd $HOME/my-photos 
$ ls 
DSCF1251.JPG   new-DSCF1251.JPG
DSCF1255.PNG  new-DSCF1255.PNG
DSCF1259.GIF   new-DSCF1259.GIF
DSCF1263.SVG  new-DSCF1263.SVG

Até a próxima dica!
;-))

domingo, 30 de julho de 2017

Removendo sessões de destop no lightdm

Na dica de hoje, explicarei como se remove sessões de desktop, no gerenciador de login lightdm. Tais sessões são as entradas para vários gerenciadores de janelas, comuns no linux.

Veja:


Mesmo quando só há um gerenciador de janelas instalado, pode haver mais de uma configuração, como no caso do xubuntu: lxde (tradicional) ou xubuntu (customizado). Observe atentamente na imagem acima.

Para evitar que curiosos alterem as configurações padonizadas, remova a(s) que não quer que seja(m) usada(s). Para isso você deve ir até o diretório /usr/share/xsessions e removê-las. Assim:

UBUNTU
$ cd /usr/share/xsessions 
$ ls 
one_session.desktop another_session.desktop

$ sudo mkdir old 
$ ls 
old one_session.desktop another_session.desktop

$ sudo mv one_session.desktop old 
$
ls 

old one_session.desktop


DEBIAN E OUTRAS DISTROS
$ cd /usr/share/xsessions 
$ ls 
one_session.desktop another_session.desktop

$ su - [ENTER] 
$ mkdir old 
$ ls 
old one_session.desktop other_session.desktop

$ sudo mv one_session.desktop old 
$
ls 
old other_session.desktop

Feito isso, basta reiniciar a interface gráfica que a entradas removidas não aparecerão mais:


Até a próxima dica!
;-))

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Instalando o adaptador usb Ralink MT7601U no linux (método longo)

Na dica de hoje explico como instalar o adaptador usb Ralink MT7601U, especificamente no Debian, Ubuntu e derivadas, sendo que você poderá adaptar os passos na sua distro, inclusive utilizando as ferramentas gráficas que existirem.

O adaptador usb em questão é este aqui:


Que varia de embalagem e formato. Mas nada disso importa, pois o chip será sempre o ralink MT7601U. Para confirmá-lo, espete o adaptador numa porta usb, espere 30 segundos, abra um terminal e rode o comando abaixo como usuário comum:

$ lsusb | grep Wireless 
Bus 002 Device 004: ID 148f:7601 Ralink Technology, Corp. MT7601U Wireless Adapter

Para Ubuntu e derivadas, o driver encontra-se no pacote linux-firmware. Para o Debian, adicionem os repositórios "contrib" e "non-free" na sources.list, e instale os pacotes firmware-linux-nonfree e firmware-misc-nonfree.

Os de outras distros deverão descobrir em qual pacote o driver faz parte, e se está instalado. Caso não esteja, façam segundo os procedimentos padrão para elas, o que também não será visto aqui.

Agora devemos carregar o driver, como root:

DEBIAN E DERIVADAS
$ su - [ENTER] 
# modprobe mt7601u 
# lsmod | grep mt7601u 
mt7601u          102400          0
mac80211        745472          2          mt7601u
cfg80211          573440          5          mac80211,mt7601u

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo modprobe mt7601u 
$ sudo lsmod | grep mt7601u 
mt7601u          102400          0
mac80211        745472          2          mt7601u
cfg80211          573440          5          mac80211,mt7601u

A saída do comando "lsmod" é mais um exemplo. O importante é perceber que o driver do adaptador está carregado. Agora ativemos o mesmo. Para isso, no mesmo terminal, como root, faça:

DEBIAN E DERIVADAS
# ifconfig 

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo ifconfig 

No meu caso, tenho loenp2s0f0wlp3s0:


Para descobrir a nova interface de rede, rode:

DEBIAN E DERIVADAS
# iwconfig 

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo iwconfig 

Além das anteriores, apareceu a wlx00e1b0746901, que corresponde ao adaptador ralink. Par ativá-lo, rode:

DEBIAN E DERIVADAS
# ifconfig wlx00e1b0746901 up 

UBUNTU E DERIVADAS
$ sudo wlx00e1b0746901 up 

O mesmo comando "ifconfig" mostrará a nova interface ativa:


Esclareço que o nome da interface "wlx00e1b0746901", foi para meu computador. Se tiver outro nome para você, não se assuste. Os passos são os mesmos. Mude apenas o nome, pelo que aparecer no seu terminal.

Agora falta conectá-la na rede wifi, e isto foge ao objetivo desta dica. Para fazê-lo, utilize o aplicativo gerenciador de rede de sua interface gráfica.

Até a próxima dica!
;-))